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UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA |
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Ficha de Componente Curricular
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CÓDIGO:
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COMPONENTE CURRICULAR: PROINTER III - OFICINA DE PRÁTICA PEDAGÓGICA |
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UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE: INSTITUTO DE MATEMÁTICA E ESTATÍSTICA |
SIGLA: IME |
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CH TOTAL TEÓRICA: 0 horas |
CH TOTAL PRÁTICA: 75 horas |
CH TOTAL: 75 horas |
OBJETIVOS
Objetivo geral:
Ampliar os conhecimentos a respeito da docência e dos espaços escolares e não escolares, a partir de experiências formativas com oficinas de prática pedagógica e projetos interdisciplinares.
Objetivos específicos:
- Refletir criticamente sobre os saberes docentes envolvidos no processo de ensinar e de aprender Matemática.
- Estudar, produzir e vivenciar reflexivamente situações, atividades e experiências didático-pedagógicas em matemática.
- Problematizar o contexto educacional em que os projetos serão desenvolvidos, construindo alternativas para solucionar problemas detectados, em uma perspectiva colaborativa com os diferentes profissionais dos espaços educativos.
Ementa
Integração do licenciando com os saberes docentes relativos a educação básica, por meio de realização de oficinas de prática pedagógica que tratem dos conteúdos, metodologias e dos diferentes recursos para o ensino de Matemática, incentivando uma reflexão crítica do processo de ensinar e aprender matemática, levando em conta a educação para as relações étnico-raciais, os direitos humanos e, também, a educação ambiental.
A prática como componente curricular tem como princípios a contextualização e problematização de situações oriundas das realidades escolares, em constante articulação com a produção de conhecimento na área de Educação Matemática.
PROGRAMA
Os conteúdos explicitados a seguir referem-se essencialmente à forma com que as atividades serão desenvolvidas. Por ser esta uma disciplina associada ao PROINTER deseja-se que tais conteúdos sejam desenvolvidos por meio de ações integradas com a participação contínua dos alunos. As ações desenvolvidas no âmbito deste componente curricular tem seu foco na articulação teoria-prática na formação do estudante, articulando e aprofundando temáticas que consolidem os objetivos da formação de professor nas diversas áreas que compõem a estrutura curricular do Curso de Matemática. As reflexões decorrentes das propostas desenvolvidas atribuirão ao estudante a capacidade de refazer o processo de pesquisa, discutindo metodologias específicas de ensino-aprendizagem e seus resultados e consequências, ampliando a compreensão a respeito dos contextos educacionais e seus condicionantes, dando elementos para que sejam desenvolvidos materiais e analisados resultados com vistas a suas socializações junto ao SEILIC.
1. INTERDISCIPLINARIEDADE NO ENSINO DA MATEMÁTICA
1.1. Análise dos Documentos Oficiais sobre interdisciplinaridade.
1.2. A interdisciplinaridade nos Livros Didáticos de Matemática.
1.3. Estudo das Pesquisas sobre Interdisciplinaridade no Ensino de Matemática.
1.4. Tendências em Educação Matemática e Interdisciplinaridade.
1.5. Trabalho de Projetos no Processo de Ensino e de Aprendizagem da Matemática.
2. SABERES DOCENTES E INTERDISCIPLINARIDADE
2.1. Mapas cognitivos e interdisciplinaridade.
2.2. A Interdisciplinaridade nas aulas de Matemática.
2.3. Interdisciplinaridade na educação em direitos humanos.
2.4. Interdisciplinaridade na educação ambiental.
2.5. Interdisciplinaridade e história e cultura africana.
2.6. Interdisciplinaridade e educação para as relações étnico-raciais.
3. TECNOLOGIAS DIGITAIS E INTERDISCIPLINARIDADE
3.1. Ambientes virtuais de aprendizagem.
3.2. Fotografia e imagem no ensino da Matemática.
3.3. Vídeos nas aulas de Matemática.
3.4. Simulação no ensino e na aprendizagem da Matemática.
3.5. Programação no ensino e na aprendizagem da Matemática.
4. PRODUÇÃO DE PROJETO INTERDISCIPLINAR
4.1. Elaboração de uma proposta educativa interdisciplinar envolvendo a Matemática.
4.2. Implementação de uma sequência didática em diferentes contextos educacionais.
4.3. Realização de um seminário educativo.
4.4. Produção de um relato de experiência.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
[1] MARCO, F. F.; ALVES, M. B. A. & RODRIGUES, C. I. Oficina de Prática Pedagógica e a Formação do Professor de Matemática. Uberlândia: UFU - Centro de Educação a Distância, 2015. (Guia da disciplina)
Disponível em: https://repositorio.ufu.br/handle/123456789/25247
Acessado em 25/08/2019.
[2] BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: Matemática. Brasília: MEC/SEF, Brasília, 1998.
Disponível em: www.mec.gov.br/sef/estruct2/pcn/pdf/matematica.pdf
Acessado em 25/08/2019.
[3] BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Média e Tecnológica. Parâmetros Curriculares Nacionais: ensino médio: ciência da natureza, matemática e suas tecnologias. Brasília: MEC/Secretaria de Educação Média e Tecnológica. Brasília, 1999.
[4] HERNÁNDEZ, F; VENTURA, M. A Organização do currículo por projetos de trabalho: O conhecimento é um caleidoscópio. Porto Alegre: ARTMED, 1998.
[5] MONTEIRO, A.; POMPEU Jr., G. A matemática e os temas transversais. São Paulo: Moderna. 2001.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
[1] BORBA, M. C. & PENTEADO, M. G. Informática e Educação Matemática. 3a. ed. Belo Horizonte: Editora Autêntica, 2009.
[2] BOYER, C. História da Matemática. 2a. ed. São Paulo: Editora Edgard Blücher Ltda, 1996.
[3] COXFORD, Arthur F. e SHULTE Albert (org). As ideias da álgebra. São Paulo, Atual, 1997.
[4] IFRAH, G. Os Números: a história de uma grande invenção. 11a. ed. São Paulo: Editora Globo, 2005.
[5] LINDQUIST, M. M. & SHULTE, A. P. (org.). Aprendendo e Ensinando Geometria. São Paulo: Atual Editora, 2010.
[6] PONTE, J. P. et al. Investigações Matemáticas na Sala de Aula. 2a. ed. Belo Horizonte: Editora Autêntica, 2003.
[7] POWELL, A & BAIRRAL, M. A escrita e o pensamento matemático: interações e potencialidades. Campinas-SP: Papirus, 2006.
aprovação
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Prof. Dr. Germano Abud de Rezende Coordenador do Curso de Licenciatura em Matemática à Distância |
Prof. Dr. Guilherme Chaud Tizziotti Diretor do Instituto de |
| | Documento assinado eletronicamente por Germano Abud de Rezende, Coordenador(a), em 18/07/2024, às 14:00, conforme horário oficial de Brasília, com fundamento no art. 6º, § 1º, do Decreto nº 8.539, de 8 de outubro de 2015. |
| | Documento assinado eletronicamente por Guilherme Chaud Tizziotti, Diretor(a), em 19/07/2024, às 11:33, conforme horário oficial de Brasília, com fundamento no art. 6º, § 1º, do Decreto nº 8.539, de 8 de outubro de 2015. |
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| Referência: Processo nº 23117.020802/2024-18 | SEI nº 5540211 |